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18 de junho de 1908 ~ 18 de junho de 2019

COLONIZAÇÃO:
Imigração na linha Santos-Juquiá

A maioria dos imigrantes no litoral dedicou-se
à agricultura e à atividade pesqueira


Família de imigrantes japoneses é fotografada durante trabalho
em uma tinturaria: atividade
foi uma das principais na comunidade
 

Em 1908, Santos já tinha moradores japoneses. Eram sete ou oito famílias, todas de Okinawa, que voltaram à cidade na condição de operários urbanos depois de abandonarem a Fazenda Canaã. No mesmo ano, outras famílias okinawanas, oriundas da Fazenda Floresta, também chegavam à Santos, passando a trabalhar como estivadores e operários na pedreira Jabaquara.

Com o crescente número de japoneses, surgia, em 1913, o primeiro hotel de japoneses, batizado de Tokyo, aberto por Tsunetaka Enoki. Seis anos depois, instala-se na cidade a pensão Seikô-Kan. Foi ali em Santos também que, no dia 2 de março de 1924, seria aberto o primeiro escritório do Consulado do Japão. Uma pesquisa no ano seguinte já contabilizava a presença de 406 famílias japonesas na região, ou 1.632 pessoas, a maioria se dedicando à horticultura e à pesca.

A prática da pesca entre os japoneses tornou-se comum ao longo dos anos. Em 1911, há o registro do aparecimento do primeiro núcleo de pescadores japoneses em São Vicente, vizinha a Santos.

A colônia japonesa começa a se expandir em sentido a Juquiá, acompanhando a linha ferroviária que seria construída a partir de 1912. No decorrer da obra, muitos imigrantes acabaram também por iniciar novos empreendimentos, especialmente na área agrícola. Foi assim no distrito de Ana Dias, na região de Itariri. Historicamente, as seis primeiras famílias estabeleceram-se por ali em março de 1913.

A ferrovia Santos-Juquiá foi finalizada em 1914. Após o término das obras, registrou-se a entrada de mais 20 famílias em Ana Dias. A vizinha Cedro, com três famílias, também começava a ganhar características nipônicas. Em 1918, a região de Alecrim, hoje Pedro de Toledo, receberia nove famílias que se dedicaram ao cultivo de arroz.

Outras 50 famílias chegaram a Conceição de Itanhaém (atual Itanhaém) também em 1918. No ano seguinte, a vizinha Mongaguá já contabilizava famílias japonesas também.

 


A VIAGEM:
Véspera da partida

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