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18 de junho de 1908 ~ 18 de junho de 2019

COLONIZAÇÃO:
Os primeiros núcleos coloniais

O primeiro deles data de 1913, na região de Iguape, batizado
na época de Katsura e constituído por 30 famílias de imigrantes

 

Hiroshi Saito em sua obra O Japonês no Brasil, divide a corrente migratória dos japoneses para o Brasil em três grandes períodos. A primeira fase vai de 1908/1925 e é definida como a “fase de tentativa e de experiência”, em que os imigrantes foram subsidiados, principalmente pelo governo do Estado de São Paulo.

O segundo período vai de 1926 até 1941, considerado o auge do movimento, e foi subsidiado e estimulado pelo governo japonês. Nessa fase, destaca-se o regime de cotas adotado pelo Brasil em 1935, que reduziu a entrada de imigrantes japoneses. A terceira fase vai de 1942 até 1953, quando o movimento é retomado com o reestabelecimento das relações entre Brasil e Japão.

Enfrentando dificuldades de adaptação, os imigrantes cumpriram os contratos com os fazendeiros (alguns fugiram antes de seu término). A partir de meados da década de 10, a geografia da localização desses imigrantes começa a mudar. Ao perceberem que seria impossível ganhar dinheiro como trabalhadores contratados, saem em busca da independência econômica como lavradores autônomos ou independentes.

A partir de 1910, começam a surgir os primeiros sinais para a formação dos núcleos coloniais. Pode-se dizer que a imigração no Brasil teve vários tipos de colonização. Um é o planejado pelas companhias subvencionadas pelo governo brasileiro. O segundo foi aquele formado pelos próprios imigrantes em torno de um líder. Outro surgiu da venda de terras chamado shokuminchi, onde se comercializava lotes em matas virgens de grandes propriedades. E havia ainda aquele em que japoneses iam adquirindo terras na mesma área.

O primeiro dos núcleos data de 1913, na região de Iguape, batizado de Katsura, constituído por 30 famílias arregimentadas por Ikutaro Aoyagui, representante do Sindicato de Tóquio (empresa de colonização). Em 1915, Umpei Hirano começa a desbravar terras para a formação da Colônia Hirano, a primeira na Linha Noroeste de SP.

 

A formação dos núcleos coloniais

Os núcleos formados por japoneses iniciaram-se nos primeiros anos da década de 10 e dividem-se em cinco tipos básicos:

1 • Pequenos agrupamentos formados espontaneamente, que vão crescendo com o passar dos anos. Núcleos próximos a São Paulo (Mairiporã, Suzano, Mogi das Cruzes, Cotia), ou ainda colônias do Vale do Ribeira de imigrantes de Okinawa (Ana Dias, Cedro, Itariri, Miracatu, etc.);

2 • Compra de lotes no interior de São Paulo e norte do Paraná, comumente são colônias chamadas de shokuminchi. Entre as pioneiras, estão Hirano, Tokyo, Brejão, Vai-Bem, entre outras;

3 • Compra de terras pelo capital privado do Japão e revenda aos imigrantes que chegam ao Brasil como proprietários. Iguape (Registro e outras), Bastos, Tietê (Pereira Barreto), Três Barras (Assai), Aliança e outras;

4 • Formados na época áurea de cultivo do algodão, concentrando arrendatários japoneses localizados na região da Média Sorocabana, Paulista, Araraquarense e Douradense;

5 • Núcleos oficiais nas terras do governo federal ou estadual. Primeira e Segunda Monção na linha da Sorocabana e outras na Bahia, Mato Grosso e região amazônica.

 

Disposição dos japoneses até 1920


A VIAGEM:
Véspera da partida

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