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Hokuriku
Litoral oeste do Japão oferece turismo 365 dias por ano

No inverno, estações de esqui da região Hokuriku
atraem turistas de várias partes do Japão
 

(Texto e fotos: Arquivo NippoBrasil)

A região de Hokuriku, formada pelas províncias de Ishikawa, Toyama e Fukui, está situada no centro do Japão, entre os alpes e o mar. Sua localização privilegiada lhe confere um rico patrimônio ecológico. Assim como a conhecida Península de Noto é considerada uma das áreas mais bonitas do país devido às diferentes características existentes entre a sua costa interna e a externa. O litoral de Hokuriku é famoso por concentrar os cenários mais bonitos do país.

Devido à sua riqueza ambiental, Hokuriku oferece várias atrações turísticas durante o ano todo. Um dos motivos é o fato de as estações do ano serem bem definidas, com grande ocorrência de neve no inverno e altas temperaturas no verão. As estações de esqui e as praias são bastante concorridas durante esses períodos, mas no outono, os turistas podem apreciar o kooyoo, quando as folhas das árvores ficam vermelhas. As montanhas que cercam a região apresentam matizes que vão do amarelo ao roxo. E, na primavera, os inúmeros parques oferecem toda a exuberância da flora japonesa, sobretudo, o desabrochar das cerejeiras.

Para os amantes das flores, existe o jardim das Tulipas em Toyama, considerado o principal centro produtor da espécie no Japão. A seguir, algumas dicas de turismo para quem quer se aventurar por Hokuriku.

 
Principais atrações turísticas


No verão as praias ficam cheias

Ilha de Mitsukejima (Ishikawa)
Também conhecida como Gunkanjima, parece um bloco único de rocha em cor branca acinzentada. Sua forma se assemelha à cabeça de um velho usando peruca verde. No verão, a praia que fica do lado oposto da ilha é o ponto preferido de pessoas que gostam de acampar, nadar ou simplesmente tomar banhos de sol.


Península de Noto (Ishikawa)
A costa litorânea é composta por supreendentes formações rochosas que sofreram erosão pelas ondas do mar. A parte interna oferece uma bonita visão das montanhas ao sul. Nessa região predominam várias estações termais de água salgada. A temperatura pode chegar a 95ºC.


Templo Sojiji (Ishikawa)
Os mais fanáticos dizem que o templo é a primeira parada na estrada do Nirvana. A construção, porém, é uma réplica do templo construído em 1321. O original, parcialmente destruído pelo fogo em 1891, foi restaurado e, em 1991, removido para Yokohama (Kanagawa). Em todo caso, o Templo Sojiji continua sendo uma referência importante do zen budismo. Inclusive, os visitantes podem fazer reservas para conhecer a filosofia zen, saboreando uma boa refeição vegetariana.


Tojimbo (Fukui)
Entre Kanazawa e a baía de Wakasa, há uma concentração de estações termais em torno da cidade litorânea de Kaga. As mais famosas são Katayamazu, Yamashiro e Awara. Um dos cenários mais deslum­brantes da região é conhecido como Tojimbo, cujas formações rochosas projetam até 90m para dentro do mar. Entre Kaga e Tsuruga, na baía de Wakasa, um trecho de 100 km denominado de Echizen também oferece belos cenários. O caranguejo é o prato principal da região e ele é tão famoso que foi responsável, entre japoneses, pelo turismo gastronômico.


Formações rochosas


Takaoka Daibutsu (Toyama)
Junto com as estátuas de Nara, é considerado um dos três maiores Budas no Japão. Símbolo da cidade de Takaoka, a imagem foi construída em madeira em 1745 e já foi alvo de fogo duas vezes. Fica no alto da inclinação de Sakashitacho, em uma área acanhada e cercada por uma vizinhança pouco atraente. Contudo, vale a pena uma visita rápida para conhecer a engenhosidade dos antigos artesãos. O interior do Buda tem galerias que abrigam uma exposição permanente.


Um dos três maiores Budas no Japão


Kanazawa (Ishikawa)
Conhecida também como a Pequena Kyoto, a capital de Ishikawa, Kanazawa, reúne vários pontos turísticos históricos como as ruínas de um castelo do século 16, a Cidade dos Samurais de Nagamachi, o Distrito das Gueixas Higashi, uma vila formada por 20 prédios que datam do período Edo (1600-1868). O cartão-postal principal, porém, é o Kenrokuen, um dos três melhores jardins panorâmicos do Japão construído a partir de 1819 pela família Maeda. Há registros que foram necessários 150 anos para terminar a construção.


O jardim Kenrokuen é um dos três melhores do Japão


Monte Tateyama (Toyama)
Com altura de 3.000 metros, o Monte Tateyama é considerado uma das melhores áreas de recreação da região por causa dos campings e das estações de esqui. Além do vale Jigokudani, o Tateyama concentra uma série de outras que ficam permanentemente cheias de neve durante o ano todo. A região também tem uma grande profusão de lagos, sendo o Mikuriga o mais importante lago vulcânico. A abertura de uma estrada alpina entre Tateyama e Kurobe possibilitou grande incremento do turismo na região. A rota, inclusive, é percorrida por vários turistas que querem apreciar os cenários montanhosos.


Kaiwo Maru Park: uma das maiores atrações

Baía de Toyama (Toyama)
As águas dessa baía, uma das mais profundas do Japão com 1.200 m de profundidade, são consideradas mis­teriosas. Segundo japoneses, no local ocorrem vários fenômenos naturais incomuns que poderiam quase ser chamados de “truques da natureza”. Um dos mais populares são as miragens na parte que compreende a floresta Uozu e na floresta submarina de Nyuzen. Como os fenômenos ocorrem só em período determinado do ano e em condições climáticas específicas, os felizes mortais que querem apenas curtir a natureza podem aproveitar, a Baía de Toyama é um dos pontos que oferece a melhor imagem do encontro da água do mar com as montanhas.


Arquivo NippoBrasil - Edição 240 - 14 a 20 de janeiro de 2004
 Arquivo - Turismo Japão
ARQUIVO - EDIÇÃO 240
• Hokuriku
ARQUIVO - EDIÇÃO 236
• Nikko: a cidade dos santuários
ARQUIVO - EDIÇÃO 232
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ARQUIVO - EDIÇÃO 229
• Yamanashi
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• Hokkaido - Tudo começou em Naka Furano
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• Kansai - Redescobrindo as belezas da região
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• Tóquio e arredores: belezas que encantam
ARQUIVO - EDIÇÃO 193
• Chugoku-Shigoku: O coração do Japão
ARQUIVO - EDIÇÃO 191
• Okinawa: Uma região de paraísos subtropicais
ARQUIVO - EDIÇÃO 189
• Nagasaki - O berço cristão japonês
ARQUIVO - EDIÇÃO 187
• Shimabara
ARQUIVO - EDIÇÃO 185
• Tottori: O Saara japonês
ARQUIVO - EDIÇÃO 183
• Matsue - A herança intacta dos samurais
ARQUIVO - EDIÇÃO 181
• Chiba conserva folclore cultural da região
ARQUIVO - EDIÇÃO 179
• Okutama: Refrescando-se nas montanhas
ARQUIVO - EDIÇÃO 177
• Mito: A cidade de um dos mais belos jardins japoneses
ARQUIVO - EDIÇÃO 175
• Izu - O paraíso das águas
ARQUIVO - EDIÇÃO 173
• Kyoto: Cenário de três mil templos
ARQUIVO - EDIÇÃO 171
• Chindon-ya
ARQUIVO - EDIÇÃO 169
• Toyama no Kusuri
ARQUIVO - EDIÇÃO 167
• Sensooji o templo do Carnaval
ARQUIVO - EDIÇÃO 165
• Odaiba: a face futurista de Tóquio
ARQUIVO - EDIÇÃO 163
• Todaiji: o templo do grande Buda de Nara
ARQUIVO - EDIÇÃO 161
• Ryuhyoo: O gelo navegante de Hokkaido
ARQUIVO - EDIÇÃO 159
• Hokkaido, o inverno mais gelado do Japão
ARQUIVO - EDIÇÃO 134
• Yamanashi:
A Terra dos Lagos
ARQUIVO - EDIÇÃO 130
• Okayama
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• Osaka
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• Okinawa: Ryukyu, Soberano dos Mares do Sul
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• Kamakura
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• Monte Fuji e os Cinco Lagos
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• Nikko: A Cidade dos Santuários
ARQUIVO - EDIÇÃO 118
• Parques Temáticos
ARQUIVO - EDIÇÃO 116
• Hakone - A região dos vales fumegantes

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