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Arquivo NippoBrasil - Edição 316 - 8 a 14 de junho de 2005
 
kan nou dou kou?
No caminho do entendimento...
o encontro das emoções...

“A busca pelo verdadeiro caminho do ensinamento zen é
para aqueles que conseguirem trilhar o caminho do desapego...”
(mestre Doguen)

(Foto: Cristina Izumi Sagara)

Ou seja, para viver trilhando o caminho zen, precisamos de desprendimento da ambição e da ganância de apenas obter status social e financeiro, praticando a humildade e a compaixão, não se deixando regrar por uma vida baseada simplesmente em ganhos e perdas. Ao conseguir desprender-se do apego material, a vida segue rumo num caminho harmônico e equilibrado... o caminho zen.

Dentro do universo zen, aprendemos a deixar de lado a superficialidade das aparências... indiferentemente do fato de alguém observar ou não nossas ações, independente se seremos elogiados ou não, sem esperar por algum benefício em troca de nossas ações... simplesmente fazemos o que há a ser feito.

Num templo, o mestre desperta, e seu discípulo traz-lhe um bacia com água fresca. Ao lavar seu rosto, o discípulo já o aguarda com uma toalha... não houve ordem ou pedido, assim como não houve palavras... apenas o encontro de sentimentos. O discípulo desprendeu-se do “eu” egocêntrico e apenas colocou-se no lugar de uma outra pessoa (que, por acaso, era seu mestre...). O mestre, por sua vez, humildemente aceitou a gentileza de seu discípulo. O mesmo acontece num ambiente familiar... Acordamos, e a mãe já colocou o café-da-manhã na mesa... abrimos o armário, e a roupa está lavada e passada... a mãe, ou quem o fez, simplesmente o fez. São ações tão cotidianas, mas que muitas vezes nem nos damos conta de quanto estas pequenas coisas são parte essencial de nossa vida. Quando nos damos a chance de perceber, então é o momento em que as emoções se encontram... a sensibilidade apura a percepção, daí surge o sentimento de gratidão e o verdadeiro entendimento.

Saber dar o devido reconhecimento pelas ações alheias, poder alegrar-se do fundo do coração com o sucesso alheio, sem se deixar tomar pela inveja... é praticar a compaixão e inspirar um aprendizado de valor imensurável. Não deixemos que sentimentos mesquinhos nos impeçam de perceber a preciosidade de pequenas ações e o valor que elas têm em nossas vidas e nas daqueles que estão ao nosso redor.


A pedra que sobe a montanha...

Nós, seres humanos, temos a tendência de achar que nossa opinião ou nosso ponto de vista é o correto. Dificilmente damos o braço a torcer para admitir que erramos, ou mesmo para aceitar opiniões alheias. Aparentemente, damos ouvidos aos outros, mas... geralmente continuamos achando que nossa opinião é a mais correta... já não passou por isso!? Pois é... ficamos cegos pelo próprio orgulho e, muitas vezes, deixamos de ver as coisas por ângulos diferentes, por isso não encontramos, ou melhor, não enxergamos a solução.

Normalmente, quando falamos que uma pedra rolou pela montanha, automaticamente imaginamos que a pedra foi para baixo!? E se um vento soprar de baixo e mover a pedra alguns centímetros acima que seja... a pedra rolou... para cima e subiu a montanha!

A visão zen do mundo nos permite considerar todas as possibilidades. É uma simples questão de nos permitir ampliar nosso campo de visão... uma simples questão de não nos deixarmos prender por conceitos preestabelecidos e estereótipos. Assim, deixamos nosso espírito sempre livre e, ao mesmo tempo, alerta para perceber e apreciar a cumplicidade que existe com todos os seres, oculta nas ações simples do nosso dia-a-dia... no encontro dos sentimentos, no encontro das emoções...

 
 

Para refletir

“Sei que vim a este mundo para algum propósito e, se nasci como ser humano, não quero viver em vão.

Se nasci para este mundo, é porque há algo neste mundo que somente eu posso realizar...

Se será algo de grande ou pequeno valor à sociedade... isso não importa!

A alegria de viver neste mundo está em buscar este propósito que só a mim

cabe e dedicar-me de corpo e alma a ele... orgulhando-me de ser quem sou.”

(Coletânea do reverendo Miyoshi Koichi)


“Enquanto um tomate for um tomate, ele será sempre verdadeiro.

Ao querer fazer o tomate parecer um melão, ele será uma simples imitação.”

(Mitsuo Aida, por Cristina Sagara)

 

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