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Há
no mundo cinco grandes religiões: o taoísmo, o confucionismo,
o budismo, o cristianismo e o islamismo. Todas elas, no final, conduzem
à mesma verdade: Deus.
Não há símbolo mais forte e poderoso, nenhum logotipo
ou logomarca que supere a cruz. Cristo morreu na cruz para nos devolver
a bondade e a esperança. Talvez ele esteja arrependido, ao ver
o mundo atual cheio de violência, corrupção e ganância.
Jesus nos ensinou a amar uns aos outros.
Tampouco Maomé ensinou seus seguidores a fazer terrorismo, ter
preconceito e fanatismo, a matar sem dó nem piedade.
Buda Skyamuni renunciou aos bens materiais e ensinou-nos a meditação
para alcançar a paz e equilíbrio interno de si mesmo.
Tanto Lao Tzu e Confúcio só pregaram coisas boas.
E que temos hoje?
Parlamentares corruptos, policiais marginais... isso acontecendo no Brasil.
Em outras partes do mundo, também a mesma coisa.
Vivemos num país onde uma criança é morta arrastada
por um carro dirigido por bandidos da pior espécie. Onde uma jovem
que mal entrou na idade teen, saindo de sua casa sã, retorna paraplégica,
em conseqüência de bala perdida.
Nunca se falou tanto em aquecimento global, mas talvez seja tarde demais.
A Terra está depredada, vilipendiada, massacrada; a natureza destruída,
rios e mares poluídos, as matas derrubadas, o nosso ar cheio de
toxidade pelos detritos despejados pelas fábricas e carros em número
cada vez maior.
Infelizmente, tenho que admitir: o homem está conseguindo destruir
o seu Éden.
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