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Na segunda
metade do século XX, um país formado por um conjunto de
ilhas foi derrotado na Segunda Grande Guerra. Esse país, como o
pássaro de fogo Fênix, renasceu das cinzas e tornou-se uma
potência econômica. Quase tudo desse país foi importado
da China. Mas o Japão tornou-se um mestre em aperfeiçoar
os produtos oriundos de outros países.
A cultura japonesa tornou-se referência no Ocidente. Hoje em dia,
os mangás e os animés sobrepujam outras criações
do gênero.
Na culinária, o sushi e o sashimi são pratos muito apreciados
no mundo todo. O peixe cru tornou-se uma iguaria. Até em churrascaria
podemos encontrá-los.
O Zen, embora muita gente desconheça o verdadeiro sentido, tornou-se
popular no Ocidente.
Na verdade, o Zen veio da raiz Chan, de origem chinesa. O Chan nasceu
do budismo e do confucionismo. Ao ser levado para o Japão, foi
acrescentado o xintoísmo.
Com o xintoísmo foi denominado Zen e adotado pela classe guerreira,
os samurais. Do Zen, originou-se o Bushidô, o Caminho do Guerreiro.
O budismo contribuiu com o não temor pela morte, por causa da
sua crença em reencarnação a idéia
de renascer tornou o samurai imortal. O budismo ensinou também
a meditar para conhecer a si mesmo. O samurai utilizava a meditação
para livrar-se do medo, da insegurança e dos erros.
O xintoísmo trouxe ao Zen a lealdade e o patriotismo, incluindo
a veneração pelos antepassados.
O confucionismo proporcionou suas crenças nas relações
com o mundo humano, seu relacionamento e sua família.
O verdadeiro sentido do Zen, no entanto, nos tempos atuais, é a
vida, saber viver. O homem não precisa mais do que pode consumir.
Viver plenamente o momento presente, porque o futuro ainda não
existe e lamentar o passado é sofrer outra vez. O homem precisa
viver em harmonia com a natureza.
Neste ponto, Zen e Wicca chegam ao denominador comum.
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