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Quando pensamos
na vida, chegamos a diversas conclusões, de acordo com as nossas
percepções físicas e extrafísicas. Conforme
a experiência que estamos passando, podemos entrar em contato com
uma sensação de medo e estagnação, ou então
de confiança e bem-estar, dependendo da sua postura interna em
relação à situação vivenciada.
A vida, em todos os seus aspectos, apresenta-se sempre abundante e, assim,
ela nos desfila uma série de eventos que variam de um extremo a
outro que ora analisamos como sendo uma boa experiência, ora como
ruim, mas, assim como entre o preto e o branco existem vários matizes
de cinza, entre a vivência agradável e a desagradável
existem várias outras, digamos, confortáveis.
Assim como existem vários espaços físicos por onde
já estamos acostumados a circular, a nos instalar e a interagir,
existem também os extrafísicos, onde acontece um estreito
relacionamento do seu mundo interior com o exterior, que ainda pouco estamos
acostumados a distinguir e lidar. A princípio, o mais importante
é entender que a energia que o seu mundo interno gera define as
conexões no mundo invisível.
Dessa maneira, é necessário que não nos deixemos
influenciar pelo mundo externo quer físico, quer invisível,
para que possamos prestar muita atenção ao nosso mundo interno,
que é o espaço onde a nossa alma se manifesta. Quando estamos
em estreita comunhão com a energia desse lugar, que é o
nosso sagrado, conectamos o equivalente no mundo extrafísico e,
conseqüentemente, materializamos isso no físico.
Portanto, ao invés de ficar sempre oscilando entre altos e baixos,
vamos cortar caminho não mais nos identificando com situações
ou pessoas que escolheram o medo, a doença, o sacrifício,
a pobreza e outros sofrimentos, deixando a crença de que são
inevitáveis, reforçando a convicção no bem,
para evitar tornar realidade essas mazelas em nossas vidas.
Assim, quando encontrarmos alguém de sucesso ou presenciarmos
situações de prazer e felicidade, vamos nos identificar
com esses aspectos bons da vida para não precisarmos experimentar
os diversos outros e nos perder desse espaço sagrado onde reside
a nossa alma, porque, quando nos colocamos e nos identificamos com o melhor
que já sabemos, a integração com ela acontece.
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