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18 de junho de 1908 ~ 18 de junho de 2019

COLONIZAÇÃO:
Pernambuco e Bahia

Uma das colônias de maior sucesso em PE é a do Rio Bonito


No Estado da Bahia, presença japonesa é destaque no município de Barreiras
 

(Fotos: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil)

Os primeiros japoneses em Pernambuco foram Asanobuske Gemba e seu filho Matsuichi. Eles chegaram a Recife em 1918, depois de uma breve passagem pelo Peru. Naturais de Kasaoka, província de Okayama, eles haviam desembarcado no Peru em 1916. O objetivo era trabalhar como mineiros, mas não obtiveram sucesso. Depois foram para a Bolívia, onde alcançaram a Amazônia. De lá seguiram para Belém e foram se estabelecer em Recife.

Na capital pernambucana, os Gemba conseguiram um pequeno terreno alugado em uma casa de moradia modesta à Rua Capitão Araújo de Miranda, 28, no bairro Cordeiro. Ali começaram com o cultivo de verduras. Heiji Gemba, outro filho de Asanosuke, conseguiu estabelecer uma sorveteria na década de 30, na mesma época em que apareceram outros japoneses que se radicaram em Recife.

Uma das colônias de maior sucesso em Pernambuco foi a Colônia Rio Bonito. Os pioneiros foram os senhores Kameoka e Tanabe, em junho de 1958. Ambos vieram da Usina Aliança, próxima à cidade de Recife, e ajudaram a iniciar a construção da colônia, criada pelo Instituto de Imigração e Colonização, que antecedeu o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Entre 1953 e 1962, três colônias foram criadas pelo governo brasileiro na Bahia, com o objetivo de povoar e desenvolver áreas improdutivas e praticamente abandonadas. Foram elas Una, Ituberá e Núcleo Colonial Juscelino Kubistchek, localizado no município de Mata de São João.

O primeiro grupo destinado à Bahia chegou ao Rio de Janeiro em agosto de 1953, a bordo do navio Amerika Maru, permanecendo dois meses na Hospedaria dos Imigrantes, até embarcarem no navio Poconé do Lóide Brasileiro, rumo à cidade de Una. Ao todo foram 38 famílias, 235 pessoas. A Colônia do Una fica no município de Antônio da Barra do Una, em plena área cacaueira, a 527 km de Salvador.

Os japoneses foram transportados à Bahia em navios, com passagens financiadas a longo prazo pelo governo japonês. Em abril de 1966, essa dívida foi cancelada, com o intuito de beneficiar os imigrantes que não haviam saldado todas as parcelas.

Outras comunidades de menor porte também atuam na economia agrícola da Bahia. No baixo-sul encontram-se Taperoá e Nilo Peçanha, bem próximos uma da outra, no centro, Jacobina, e no oeste, Barreiras. A Bahia Agro Indutrial Ltda foi criada em 1976, numa sociedade nipo-havaiana. A empresa foi a primeira do Brasil a cultivar noz macadamia implantada em 1977 com 20 mudas selecionadas procedentes do Havaí.

 


A VIAGEM:
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