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Arquivo NippoBrasil - Edição 002 - 21 a 27 de maio de 1999
 
Percorra Tiradentes e atravesse alguns séculos de história
 

Que tal resgatar os velhos tempos de um Brasil antigo conhecendo a cidade chamada carinhosamente de “a jóia do colonial mineiro”?

Distante a 190 quilômetros de Belo Horizonte, Tiradentes foi fundada em 1746 e preserva até hoje o modelo arquitetônico do século 18. Em 1938, foi tombada pelo Patrimônio Histórico.

Há muitos locais de importância nacional para serem vistos. De monumentos a igrejas, passando por simples ruelas, e ainda o Chafariz Colonial. Se preferir começar pelos monumentos, visite o prédio da antiga cadeia, o antigo Fórum e a Casa da Câmara.

Em direção às igrejas, a Matriz de Santo Antônio merece ser apreciada, uma vez que sua fachada principal foi refeita em 1807. A Matriz nasceu de uma pequena capela de madeira, no tempo dos bandeirantes paulistas, ainda por volta de 1700. Um dos mais visitados por turistas, sua construção é bastante requintada. Há altares de ouro e pinturas de teto de João Batista da Rosa, discípulo de Aleijadinho. O estilo rococó do coro e do órgão destacam-se ao lado de um relógio de sol em pedra-sabão, feito por Aleijadinho.

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é outra boa dica de visitação. Em alvenaria de pedra, a irmandade do Rosário congregava os negros nascidos na África. Além das duas, vale a pena conhecer igrejas antigas como Nossa Senhora das Mercês (1769), a do Bom Jesus Agonizante (1750), a de São Francisco de Paula (1750) e a do século 18, do Santo Antônio das Canjicas.

Depois desse roteiro, continue o passeio indo ao Chafariz Colonial. Trabalhada em pedra sabão azulada, sua construção data de 1749. Suas três faces jorram água potável e há ainda um oratório com imagem de São José de Botas. De lá, aproveite para visitar a Fazenda do Pombal, além da própria Serra de São José.

Andar na Maria Fumaça é também uma diversão. Pode-se apreciar o melhor da paisagem porque o trem cruza várias vezes o Rio da Morte, passando por lugares de formação natural, até atingir São João Del Rey. Quem pretende chegar à Tiradentes através dele, ganha uma viagem tranquila entre planícies e vegetação abundante. A Maria Fumaça é uma antiga locomotiva Baldwin, e inspira os turistas a visitarem também o Museu Ferroviário de São João Del Rey. Inaugurado em 1881, nele encontra-se documentos, fotos e equipamentos que contam a história das ferrovias em Minas Gerais.


Opções atraentes


Ruas têm o charme dos
vilarejos do século passado

Nada melhor que conhecer um lugar repleto de alternativas turísticas. Em qualquer parte do ano, além dos passeios inusitados - como as oferecidas em charretes que circulam a região – o próprio comércio local acaba atraindo os turistas.

Em Tiradentes, as antiguidades são uma das especialidades da região. Trabalhos manuais com muitos tapetes, colchas, toalhas e roupas bordadas são vendidos a preços convidativos. Se puder, visite a loja Ponta do Morro do Artesanato, bem em frente a Matriz de Santo Antônio.

Para aproveitar ao máximo sua estadia, você ainda pode montar seu roteiro passando pelo Museu da Inconfidência, indo a Igreja de Bom Jesus da Pobreza, onde funciona uma galeria de arte, além nadar no Balneário das Águas Santas.

Caso ainda não tenha partido de sua cidade, aproveite para ver qual a distância aproximada entre Tiradentes e algumas capitais. Assim, poderá programar melhor sua viagem. De São Paulo, 480 quilômetros, Rio de Janeiro (330 Km), Brasília ( 770 Km), Vitória (730 Km), Recife (2275 Km) e Salvador (1586 Km).

 

O estilo rococó é uma das características da região
 

Personalidades ilustres

Os mineradores foram os primeiros habitantes da cidade que era chamada de Vila de São José das Mortes, até 1889. Após a Proclamação da República, a partir daquele ano, em homenagem a Joaquim José da Silva Xavier, oTiradentes, a cidade foi então rebatizada.

Mas, além do mártir da independência, o poeta Basílio da Gama, o botânico frei Mariano da Conceição Veloso e o compositor Manoel Dias também deixaram sua contribuição para a história do País e de Tiradentes.

Alguns locais como o Largo das Forras, na praça da cidade, foram marcados pela passagem dos escravos, que lá festejaram a conquista da alforria. Hoje, apesar do sereno Rio das Mortes correr tranquilo, no passado, foi local de batalhas entre brancos e índios, e da Guerra do Emboabas.

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