Fale conosco: webmaster@nippo.com.br  
Central de atendimento: (11) 5904-6444  ou 0800-109254(outros estados)  
    Horário de Brasília: Quarta-feira, 08 de outubro de 2008 - 5h12
Destaques: Curso de JaponêsCulináriaHoróscopoMangáInício    
  Busca
  Jornal Nippo-Brasil
-
  Variedades
-
  Esportes
-
  Reflexão
-
  Empregos no Japão
-
  Publicidade

  Classificados
-
  Interatividade
-
  Correspondência
-
  Assine o Jornal
Caderno Saúde

Estresse envelhece
Problema prejudica o corpo inteiro e a alma também.
Além disso, faz mal para o cabelo, a pele, a cabeça e o coração

(Texto: Isabel Taranto | Foto: Divulgação)

Pouca gente sabe, mas ter estresse é absolutamente normal. Os especialistas arriscam dizer que, dependendo do grau, ele pode até ser benéfico. “Só não se estressa quem não está vivo e estar vivo quer dizer se adaptar a cada momento e situação, o que é possível, graças ao mecanismo da boa adrenalina”, resume o psiquiatra Mario De Marco, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Prejudicial é o mau estresse, ou “distress”, como é chamado pelos americanos. O distúrbio ocorre quando nosso organismo é submetido a um esforço exagerado e constante, a ponto de causar um esgotamento da capacidade de se adaptar. “É aí que acontecem as doenças”, alerta o médico. Ou seja, alterações como insônia ou sono excessivo, ausência ou aumento incontrolável do apetite, infecções freqüentes e disfunções sexuais indicam a necessidade de tratamento, ainda que seja leve.

Mecanismo de ação

Timidez demasiada, insegurança, dificuldade de se comunicar ou falar em público, prazo apertado para a entrega de um trabalho e tirania do relógio são algumas situações que desencadeiam o problema. Outro fator implacável são os conflitos de de relacionamento como, por exemplo, uma separação conjugal.

O estopim para o aparecimento do estresse pode ser qualquer dificuldade física ou emocional. Felizmente, é fácil identificar os sintomas

O estresse começa a se instalar por meio das tentativas que o nosso organismo faz para se adapatar a uma nova situação. O estopim pode ser qualquer dificuldade física ou emocional. Felizmente, é fácil identificar os sintomas. “Basta observar seu próprio ritmo e notar mudanças de comportamento como intolerância, irritações constantes, alterações de humor além do normal”, diz o psiquiatra Luiz Cuschnir, de São Paulo. E isso não é difícil. O convívio familiar com um estressado fica complicado, pois o indivíduo se irrita com facilidade, se interessa pouco pelos outros e se descontrola por qualquer motivo. No trabalho, o desgaste para desempenhar as tarefas é maior e os erros aparecem com mais freqüência. A atenção e a concentração podem ser afetadas e o sono deixa de ser reparador como deveria.

Vilão da beleza

Para piorar, além de causar todos esses transtornos, o estresse ainda é capaz de comprometer a estética. Ele e o envelhecimento precoce andam de mãos dadas. “Quando nos estressamos, há um considerável aumento de radicais livres, moléculas que debilitam o sistema imunológico e forçam o organismo a consumir mais nutrientes que o normal para se equilibrar. O resultado do desgaste é uma pele envelhecida antes da hora”, explica a dermatologista Ana Lucia Récio.

O s danos não param por aí. Qualquer alteração na derme tende a piorar com o distúrbio. Por essa razão, uma simples micose pode ganhar grandes dimensões e não raro ocorre queda excessiva de cabelo, de uma hora para outra. “Essas disfunções acontecem porque a pessoa tensa está sempre produzindo muita adrenalina, que provoca vasoconstrição periférica. Ou seja, a pele e o couro cabeludo ficam mal irrigados e os nutrientes importantes para deixá-los saudáveis não os atingem nas quantidades adequadas” esclarece o dermatologista José Carlos Greco.

Além de prejudicar a aparência, o estresse desequilibra a mente e precisa ser tratado. “Psicoterapia, em geral, apresenta um bom resultado, pois ajuda a desenvolver recursos para lidar com as dificuldades”, orienta Luiz Cuschnir.

Mas não basta apenas tentar se conhecer melhor. É preciso também praticar uma atividade física regular, ter uma alimentação balanceada, dormir de seis a oito horas por noite, cultivar amizades saudáveis, permitir-se momentos de lazer e tirar, no mínimo, 15 dias de férias por ano.

 Pergunte ao Doutor
Especialistas respondem às dúvidas de leitores.
Clique aqui!
 Arquivo - Saúde
• Um novo olhar
• De bem com o corpo e a saúde
• “Câimbras pra que te quero”
• Margarina x Manteiga (Parte Final)
• Margarina x Manteiga (Parte 1)
• Cheirinho de problema...
• Medo fora do comum?
• Obesidade infantil
• Saúde bucal
• Saúde dos cabelos
• Cobre na alimentação
• Amamentação
• Sem sono!
• Chocolate: vilão ou mocinho?
• Cardápio balanceado
• Cirurgia Plástica: Corpo perfeito
• Gravidez tardia
• Menopausa
• Doença silenciosa
• Vitalidade na pele
• Cuidado com a pele
• Emagrecer com equilíbrio
• Bem-estar na ponta do pé
• A dieta dos coelhos
• Vasta cabeleira!
• Bem-estar começa pela coluna vertebral
• Visão em dia
• Quelóide, uma cicatrização indesejada
• Chá verde: Bebida saudável
• Maduro e com saúde
• Suar ou não suar, eis aquestão...
• Olheiras inconvenientes do dia seguinte
• Operação de mamas
• Celulite: A vilã do corpo perfeito
• Maquiagens que preservam a pele
• Mente em atividade
• Cuidado com exercícios que machucam
• Mitos e verdades sobre varizes
• Adolescência de peso
• Álcool, inimigo número 1 do fígado
• Primeiros Socorros
• Diga não à TPM
• Cuide da saúde dos rins
• Estresse envelhece
• Nutrição Saudável
• Gravidez de 12 meses
• Coração feminino
• Varizes: viva sem elas!
• Câncer de Mama
• Bem-estar através da energia
• O poder das algas
• Dor de cabeça
• Alimentos poderosos
• Tireóide
• Gastrite
• Os ômegas da alimentação
• Fibra alimentar
• Home care, cuidando dos pacientes em casa
• Alimentos pró-imunidade
  © Copyright 1992-2008 - Jornal Nippo-Brasil - Todos os direitos reservados - www.nippo.com.br