Fale conosco: webmaster@nippo.com.br  
Central de atendimento: (11) 5904-6444  ou 0800-109254(outros estados)  
    Horário de Brasília: Quarta-feira, 08 de outubro de 2008 - 5h01
Destaques: Curso de JaponêsCulináriaHoróscopoMangáInício    
  Busca
  Jornal Nippo-Brasil
-
  Variedades
-
  Esportes
-
  Reflexão
-
  Empregos no Japão
-
  Publicidade

  Classificados
-
  Interatividade
-
  Correspondência
-
  Assine o Jornal
Especial - Yumi
Yumi: a próxima estrela nikkei
Eliminada do reality show, a modelo estuda propostas para apresentar um programa no Brasil
Vídeo 1:
Yumi fala sobre o BBB

150Kb
ou 52Kb
Duração: 5m45s
Vídeo 2:
Japão

150Kb
ou 52Kb
Duração: 5m02s

Yumi (esq.) e sua irmã gêmea Ingrid

(Suzana Sakai/NJ | Fotos: Fernando Takahashi/NB)


Vídeo 3:

Ingrid

150Kb
ou 52Kb
Duração: 1m33s

Descendente de japoneses e portugueses, a modelo e tradutora Íris Sharon Yumiko Ouchi, mais conhecida como Yumi, foi uma das escolhidas para participar da sétima edição do Big Brother Brasil (BBB).

Com as vinhetas da mestiça no ar, muitas pessoas apostavam que ela seria a próxima Sabrina Sato. No entanto, a expectativa acabou quando Yumi foi eliminada antes mesmo de entrar na casa.

Apesar de não ter participado efetivamente do reality show, Yumi conquistou muitos fãs e já estuda propostas para apresentar um programa no Brasil. Simpática, a modelo concedeu uma entrevista exclusiva para o Nippo-Brasil onde relatou suas experiências sobre o BBB e seus sete anos no Japão.

 
Entrevista
Nippo-Brasil - Quando você soube que tinha sido selecionada para o BBB e quais propostas dispensou nesse período?
Yumi - Tive a notícia de que era uma das selecionadas no dia 9 de dezembro. Praticamente dois meses depois de ter enviado a fita. Você passa por todo aquele processo de seleção, exames, entrevistas com os jurados da Globo. Aí você vai lá e não sabe realmente se vai entrar ou não. Porque hoje, aqui fora eu sei, que pelo que eu passei, apesar de ser 500 mil inscritos, apenas 100 foram selecionados para fazer a entrevista e, desses 100, foram escolhidos 16 participantes e eu estava entre eles. Eu tinha proposta de fazer uma revista masculina com a minha irmã. Já estavamos há três meses negociando a revista. Quando eu soube que ia entrar na casa, resolvi deixar para depois e tive que abandonar o projeto. Não só isso. Eu tive uma proposta de apresentar um programa aqui e no Japão. Resolvi deixar tudo isso para depois porque o BBB é uma grande vitrine.

NB - Você comentou sobre uma proposta de apresentar um programa no Japão. Como era esse programa?
Yumi -
Eu tive a proposta, mas não chegamos a discutir sobre o que seria o programa. Aqui no Brasil, eu sei que era um programa de fofoca. Iria falar muito da vida dos outros e eu já não gosto muito disso. Então, pesou bastante para optar pelo outro lado.

NB - Você assistiu o primeiro dia do BBB? Como se sentiu?
Yumi -
Assisti sim. Fiquei muito aliviada. Fiquei surpresa porque teve logo de cara o primeiro eliminado, o Fernando. E me chateou muito. Imagina ele passou por tudo o que eu passei. Eu sei o que ele está sentindo e eu acho que ele foi eliminado de uma maneira muito fria, na frente do público, aquilo foi para o ar. Deve estar sendo difícil para ele lidar com isso. Mas para mim está tranquilo. Estou recebendo muito carinho das pessoas. Realmente não tenho do que me queixar. Não estou aqui pra condenar nem a Globo, nem o SBT. Não cabe a mim, como já falei. Acho que cabe ao público julgar se foi certo ou errado a minha eliminação

NB - Enquanto estava no hotel você teve contato com os outros participantes? Está torcendo por algum BBB?
Yumi - Não. São 16 participantes no mesmo hotel. Um em cada andar. Ninguém fala com ninguém, ninguém vê ninguém. Eu estava torcendo para o Fernando, mas com a saída dele eu fico com o Airton. Eu acho que deu pra ver que ele é um candidato que vai jogar limpo.

NB - Apesar de não ter ficado na casa, você conquistou muitos fãs e vem sendo bem requisitada pela imprensa. Como está sendo essa fase de celebridade?
Yumi - É complicado porque estava confinada. Estou fora agora. As pessoas estão me dando muito apoio e incentivo. A única coisa que tirei disso tudo é o carinho das pessoas.

NB - Quais são seus planos a curto e longo prazo?
Yumi - A curto prazo é meio precipitado dizer. A longo prazo quero um programa de TV e estou estudando para isso. Já tive convites.

NB - Já trabalhou no Japão?
Yumi - Sim. Eu morei com minha irmã sete anos. Fui modelo publicitária.

NB - O que mais aprecia na cultura japonesa?
Yumi - Nossa, aprecio tudo! Sou suspeita, morei tantos anos lá. Eu gosto muito. Como a gente fala yakuso. O japonês quando dá a palavra ele dá mesmo. E aqui no Brasil a gente não vê muito isso. Você fala uma coisa hoje, amanhã você volta e fala outra. O japonês leva isso muito a sério, pelo menos no Japão é assim, eu morei lá, posso falar.

NB - E na culinária?
Yumi
- Gosto de tanta coisa. Eu gosto muito de peixe, então eu gosto muito de sashimi. O japonês come muito gohan, não sou muito fã. Mas eu amo tudo que é feito com peixe. Adoro tudo. É difícil falar um prato só. Eu adoro. Logo de cara, quando cheguei no Japão, eu me identifiquei porque comia de tudo. No Japão, gosto muito do sukiyaki. Aqui no Brasil, tudo que é feito é ocidentalizado, é gostoso, mas tem coisas que no Japão, tipo peixe, é muito mais gostoso, nem dá pra comparar

NB - No seu orkut tem uma foto sua com quimono. Você gosta dessa vestimenta ou foi apenas para fotografar?
Yumi - Adoro. A primeira vez que usei foi no sensuki. Você completa 21 anos, a maioridade, aí você tem que se vestir assim. É um pouco sufocante a roupa, mas é gostoso, eu gosto muito.

NJ - Quando foi a primeira vez que você foi ao Japão? O que achou e acha do país?
Yumi -
Estava com 18 anos. É incrível. Quando cheguei lá, falei: "nossa, eu tenho sangue na veia, não é possível". Eu cheguei ali, parecia que eu tinha nascido naquela terra, eu adorava tudo. Eu abracei o Japão como minha segunda casa. E foi realmente por sete anos, não sei explicar, foi tudo natural.

NB - Quando chegou no Japão você já sabia falar japonês? Como aprendeu?
Yumi - Quando eu cheguei, não sabia nada. Só os cumprimentos. Você aprende mesmo quando chega lá e vê que eles falam japonês 24 horas por dia. Na minha agência, por exemplo, não tinha um brasileiro. Então, ou você se comunicava em inglês ou você ficava sem falar. A gente foi aprendendo com a convivência com os japoneses. E foi muito legal eu que não sabia nada, voltei e trabalho até como tradutora.


Vídeo 4:

Último Recado: Yumi

150Kb
ou 52Kb
Duração: 0m57s

NB - Você mencionou em uma entrevista que gostaria de apresentar um programa e que iria fazer aulas de interpretações. Você acha que a mídia brasileira está com uma abertura maior para artistas nikkeis?
Yumi - Eu acho que na verdade sempre esteve aberta. Mas acho que faltam candidatos e atrizes. Tem uma ou duas, atores também. O mercado é muito escasso. Acho que está faltando a comunidade se motivar a fazer curso de teatro, interpretação, que o mercado procura bastante

NB - O que seus fãs podem esperar de você daqui para frente?
Yumi - Comecei estudar agora interpretação voltada para apresentação porque eu não tenho a menor vocação para atriz. Eu gosto de ser eu mesma em frente às câmeras, falar como eu sou e acho que o público pode esperar isso. Não se surpreendam se me verem em alguma emissora. Já recebi convites e estou estudando as propostas. Acho que os fãs podem esperar por isso.

 Arquivo - Entrevistas
• Embaixador André Amado
“Tenho orgulho de minha gente”
• Maia Hirasawa
Novo talentos do meio musical.
• Leonardo Sakamoto
Defensor dos direitos humanos.
• Ruth Cardoso
Respeito pelos imigrantes japoneses.
• Marcos Tumura
Ator, cantor e bailarino. Marcos Tumura é praticamente o espetáculo em pessoa.
• Kyoko Suzuki
História verídica de mãe japonesa inspirou filme exibido na última Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
• Marcelo Katsuki
Arquiteto, cozinheiro, artista, jornalista, DJ. Fica difícil definir uma personalidade como a de Marcelo Katsuki.
• Cristina Rocha
Estudiosa do budismo e do zen, Cristina é uma das pesquisadoras mais respeitadas do País.
• Sonia Ushiyama
Praticidade e visual fazem parte do vocabulário da estilista, uma das pioneiras no ramo de brechós do Brasil.
• Ricardo Takahashi
O fisioterapeuta é muito conhecido no meio esportivo.
• DJ Wander Yukio
Conhecido por sua irreverência, o DJ Wander Yukio agita a noite paulistana como ninguém
• Chef Carlos Ribeiro
É um dos fenômenos da culinária oriental no Brasil
• Débora Tavares
A haicaísta é um dos destaques da vida literária de São Paulo
• Fabiana Shizue
"Minhas ilustrações são delicadas, femininas e, às vezes, minimalistas"
• Fabio Namatame
Figura importante nos bastidores de grandes espetáculos.
• Sérgio Yamasaki
Envolvido em produções de sucesso, como a propaganda dos famosos “limõezinhos” da Pepsi e dos “peixinhos” da H2OH!
• Marly Yajima Fagliari
Farmacêutica e empresária desenvolveu importantes trabalhos na indústrias de cosméticos.
• Adam Sun
Jornalista e tradutor, trabalhou na China e desenvolveu importantes trabalhos em grandes revistas.
• Yumi BBB 7
Eliminada do reality show, a modelo estuda propostas para apresentar um programa no Brasil.
• Kikuko Nishibayashi
Consulesa fala do Brasil e comunidade
• Carlos Nakao
O primeiro nikkei a participar de "O Aprendiz"
• Roger Cruz
Responsável pelos desenhos de Hulk, Homem-Aranha, X-Men, entre outros, Roger conta como chegou ao mercado americano de histórias em quadrinhos
• Helena Hirata
Uma luta pela emancipação feminina
• Ken Yamazato
O engenheiro de pipas
• Mari Hirata
Paixão pela gastronomia
• Fábio Yassuda
O contador de “causos”
• Renato Nakaya
“O rei do shoyu no Brasil”
• Ivonice Satie
Uma bailarina na flor da idade
• Megumu Ishiguro
Avida por trás do animê
• Mariko Nakahira
Uma cantora sem fronteiras
  © Copyright 1992-2008 - Jornal Nippo-Brasil - Todos os direitos reservados - www.nippo.com.br